Depois de Jesus em Disco Voador, revista UFO anuncia o “Instituto Carl Sagan”

September 3rd, 2008

Por kentaro Mori
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Quase exatamente dois anos depois de anunciar como uma “bomba” a profecia de que Jesus retornaria à Terra a bordo de discos voadores até abril de 2007 – o que sabemos, não aconteceu – a revista UFO conseguiu se superar.

Na edição deste mês o editor Ademar Gevaerd anuncia uma “uma nova forma de fazer Ufologia no Brasil”, com a criação do “Instituto Carl Sagan (ICS), em homenagem a um dos homens mais brilhantes do nosso tempo”. Não pára aí.
Além de se apropriar do nome de Sagan, a revista alega que o astrônomo e um dos principais ativistas céticos do século 20 era:

“um cientista que, até sua morte, em 1996, dedicou-se incansavelmente à busca por outras formas de vida no universo, certo de que elas existem aos milhares e desconfiado de que algumas delas já nos visitam nestes veículos que chamamos de discos voadores.

Muitos pensam que Sagan faleceu sem conhecer o resultado de sua busca …. No entanto, a verdade é bem diferente. Sagan tinha estreita relação com entidades governamentais norte-americanas dedicadas à investigação do Fenômeno UFO, e o próprio Joseph Allen Hynek, considerado o pai da Ufologia Moderna, garantiu que ele tinha profundo conhecimento da presença alienígena na Terra”.

CONTRADIÇÕES

Será mesmo? Convenientemente, Hynek é outra figura que já faleceu. Porém felizmente Sagan, sendo Sagan, escreveu copiosamente sobre os mais diversos assuntos, e teve isso a dizer sobre os OVNIs em seu último livro publicado em vida, no capítulo 5 de “O Mundo Assombrado pelos Demônios”:

“Não existe nenhum caso - apesar das bem mais de 1 milhão de notificações de UFOS desde 1947 - em que o relato de algo muito estranho, só passível de explicação extraterrestre, tenha sido tão confiável que as hipóteses de compreensão errônea, brincadeira ou alucinação pudessem ser confiavelmente excluídas. Ainda há uma parte minha que diz: “Que pena!”.

Somos bombardeados regularmente com relatos extravagantes de UFOS divulgados por publicações sensacionalistas, mas é raro ouvirmos algo sobre a sua merecida reprovação. Isso não é difícil de compreender: o que vende mais jornais e livros, o que acumula ibopes mais elevados, o que é mais divertido de acreditar, o que repercute mais os tormentos de nosso tempo - naves alienígenas acidentadas ou trapaceiros experientes pilhando os crédulos?”

E o que Carl teve a dizer sobre sua participação na investigação do fenômeno OVNI? Já há tempos o editor da revista UFO faz grande alarde do suposto “segredo” confidenciado a ele por Hynek de que Sagan teria investigado OVNIs para a Força Aérea Americana. Todavia, se Gevaerd simplesmente lesse o livro de Sagan descobriria que lá o cético deixa claro que:

“Eu participei da comissão do Conselho Consultivo Científico da Força Aérea dos Estados Unidos que investigou o estudo da Força Aérea sobre UFOS - o chamado Projeto Bluebook … Mas o que havia nos arquivos não valia grande coisa”.

Longe de afirmar ou mesmo subentender que teria “profundo conhecimento da presença alienígena na Terra”, Carl Sagan deixa mais do que claro que não há um único caso que permita afirmar conclusivamente que ETs nos visitem, e que sua participação na investigação governamental de OVNIs não lhe revelou quase nada.

Claro, sempre resta a explicação de que “um dos homens mais brilhantes do nosso tempo” estivesse simplesmente… mentindo! E é justamente o que o mesmo Ademar Gevaerd sugeria em mensagem publicada em um fórum de discussão em janeiro de 2001 (transcrição integral sem edição, ênfases adicionadas):

“Eu REALMENTE creio e defendo que o Projeto SETI é um vergonhoso desperdício de dinheiro. E por várias razões, a principal sendo o fato de que os cientistas envolvidos na estruturação e manutenção do projeto (tanto agora, quanto em sua fase original, há duas décadas) sabem perfeitamente que os UFOs são uma realidade e que vêm de outros planetas. Ou seja: sabem, como é de se esperar de um cientistas bem informado, que estamos sendo visitados por seres não terrestres. Assim, com mais de 5 milhões de registros de UFOs em 180 países, constantes dos arquivos oficiais das forças armadas destas nações, nos últimos 40 anos, como se pode negar tamanha realidade? Muitos cientistas de destaque que afirmam que os UFOs não existem sabem que a realidade é exatamente o contrário, e fazem isso por razões obscuras. Dou dois exemplos, um do Brasil e um clássico dos EUA. Aqui, Ronaldo Mourão, do Observatório Nacional, afirma alegremente que os UFOs não existem quando se sabe que foi consultor da FAB em seus projetos de pesquisa de UFOs que incluiam análises de dados concretos.

E nos EUA, Carl Sagan, que viveu e morreu afirmando que os UFOs não existiam, foi parceiro de J. Allen Hynek durante longa temporada na Univeridade Cornell, NY, e ambos foram consultores da USAF. Mas só Hynek admitiu isso depois. Qualquer cientista de verdade não desconsidera a realidade das visitas extraterrestres”.

Oras, então a “incansável busca” de Sagan, que se materializa mais do que tudo no projeto SETI, é em verdade “um vergonhoso desperdício de dinheiro” e Sagan é um cientista de mentira que desconsidera publicamente a realidade das visitas ETs “por razões obscuras”?

Por que tais ufólogos ainda o desejam “homenagear”? Nós só podemos imaginar “razões obscuras” para tal.

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ILEGALIDADE

A contradição, o absurdo e o surreal desta situação são óbvios. Além do óbvio, no entanto, está o fato de que este ultraje ao nome e legado de Carl Sagan é simplesmente ilegal.

“Nós possuímos autoridade legal com relação ao uso do nome e imagem de Carl”, diz Ann Druyan, viúva de Sagan e co-autora de praticamente todos os trabalhos de Sagan a partir da icônica série televisiva Cosmos.

Druyan é presidente da Fundação Carl Sagan, legitimamente registrada nos EUA com sede na cidade de Ithaca, Nova Iorque, onde o astrônomo viveu, e entre seus projetos está o “Centro de Descoberta Carl Sagan” no Hospital Infantil de Montefiore, Nova Iorque.

Em vida, Carl Sagan também fundou a Planetary Society, dedicada à exploração do espaço e busca por vida extraterrestre, presidida hoje pela mesma Ann Druyan e que entre seus projetos recentes tem o desenvolvimento de velas solares, uma nova forma de propulsão espacial com protótipos nomeados… Cosmos 1 e 2.

Estes são apenas alguns dos legítimos e brilhantes legados com o nome de Sagan.
Já o absurdo “Instituto Carl Sagan” de tais ufólogos, emblematicamente, usa de forma ilegal uma famosa fotografia de Carl Sagan já na página de entrada de seu website. “O uso que eles fizeram daquela fotografia de Carl não pode ter sido autorizado. Nós possuímos tais direitos”, confirma Druyan.
Além de ilegal, o suposto instituto, até onde pudemos averiguar, ainda não existe. Apesar de anunciar que a nova entidade surgiu em 26 de maio em Curitiba, até o início do mês de julho uma busca nos cartórios da cidade não revelou nenhum instituto, associação, entidade, grupo ou afim tendo o nome Carl Sagan em sua denominação.

Talvez a entidade tenha sido registrada formalmente sem o nome de Sagan, o que não seria surpresa dada a surrealidade de toda a situação. Ou com o anúncio público em sua revista, talvez seja questão de tempo até a entidade ser finalmente formalizada com tal nome – se é que já não o foi no entretempo.

Seja como for, lutaremos e tomaremos todas as atitudes cabíveis para impedir que o legado de Carl Sagan seja usurpado desta forma.

Se você quiser se juntar a esta luta em defesa deste que foi de fato um dos homens que mais iluminou o nosso tempo, manifeste-se nos comentários ou envie-nos um email. Precisamos principalmente de mais colaboradores capazes de oferecer assessoria jurídica e voluntários que possam agir em Curitiba e outras cidades como Campo Grande (MS).

O embuste deste “Instituto Carl Sagan” que vai contra tudo que Sagan fez e defendeu não pode ir adiante. E não irá.

Um teísta honesto (ou quase…)

September 1st, 2008

Por Bruxo

Excelente vídeo onde um teísta - sem querer - apresenta argumentos fatais contra a sua própria crença. Afinal, não é tão difícil assim ser cético, basta sermos honestos o bastante para aplicar o ceticismo a nós mesmos e não apenas contra a crença dos outros!

Quem tem medo do macaco?

August 29th, 2008

Por Luis Felipe Pondé, filósofo

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Quem tem medo de Darwin? A religião, dirão os mais apressados. E com razão, se pensarmos na obsessão do debate Deus versus Dawkins.

A verdade é que na universidade esse problema é menor e esconde uma briga muito mais feroz. A briga com a teologia é menos significativa por duas razões básicas. A primeira razão é que o darwinismo é materialista como as ciências “duras” enquanto a teologia não é, e por isso ela toma de dez a zero.

A segunda razão é que a teologia é a louca da casa (vive de favor na universidade, não é ciência nem filosofia), relegada ao lugar de vender Jesus como um bom parceiro em lutas sociais ou um bom amigo quando você está deprimido, por culpa dos próprios teólogos que barateiam Deus. Com exceção da medicina, nenhuma “ciência” deveria se comprometer com a felicidade porque ela sempre fica boba quando faz isso. Explico-me: ou a teologia rompe com a “felicidade” ou ela será sempre ridícula.

A briga séria é entre o darwinismo e as teorias que negam qualquer influência biológica definitiva no comportamento humano. Existe um pânico contra a psicologia evolucionista e o macaco no homem e a macaca na mulher. E como a universidade funciona em lobbies, com perseguições e inquisições, facilmente você pode calar alguém se ele ou ela não concordar com você. A universidade é um dos lugares menos democráticos do planeta.

Essas teorias que temem o macaco afirmam que tudo no humano é socialmente construído. Obviamente essas teorias acham que salvarão o mundo, construindo seres humanos livres de seus instintos indesejáveis. Dizem elas: dê uma boneca cor de rosa pra meninos e eles crescerão pensando que são Cinderela. Se a boneca for um bebê, o menino terá desejos de amamentar bebês. Se ensinarmos as meninas a bater nos outros, elas serão como Clint Eastwood.

Desde a caverna a humanidade está dividida em machos e fêmeas, com variações aqui e ali, e que devem ser respeitadas na sua diversidade. De repente é a “ideologia” que ensina você a “escolher” o sexo. Mentira: ninguém “escolhe” o sexo. A palavra “ideologia” deveria ser acompanhada com frases do tipo “o Ministério da Saúde adverte…”. A facilidade com a qual deixamos de falar em “sexo” e passamos a falar em “gênero” (sexualidade construída socialmente) revela a superficialidade da idéia.
Qual o problema desse delírio? Por exemplo, ele invade as escolas, e os professores um dia dirão para as crianças que não existem machos e fêmeas na espécie humana e que hábitos morais são “pura invenção”.

Professores de escolas costumam se viciar em pensamentos da moda. Essas modas pioram as já difíceis relações entre homens e mulheres depois da emancipação feminina. Por exemplo, essas modas dizem aos homens: sejam sensíveis e chorem. O problema é que a sofrida macaca na mulher, assustada ancestralmente com o parto dolorido e arriscado, tende a ser seletiva na vida sexual. De nada serve a ela, nunca serviu, machos que choram. Aí o marido chorão “dança”, apesar do “coro do gênero” dizer o contrário. Dizem “tudo bem se o homem for sustentado pela mulher”.

Imaginemos nossas mulheres ancestrais com barrigas grandes tendo que caçar para homens-macacos preguiçosos. Elas até podem, mas não gostam. Será que por isso a imagem de força, segurança e experiência entusiasmam nossas mulheres normais? Fêmeas promíscuas ficavam mais grávidas e há 100 mil anos isso aumentava o risco de morrer de parto e de carregar crias pesadas.

Sexo é fisiologicamente caro para as mulheres e barato para os homens, e isso não é ideológico. Nossas fêmeas inteligentes perceberam isso e “transmitiram essa natureza perspicaz para sua prole feminina”. Na savana africana, deveria existir uma luta pelo direito ao pudor.

O fato é que ninguém sabe onde começa e termina a relação entre natureza e cultura. Qualquer afirmação nessa área é pura especulação. Um pouco de senso comum ajudaria os profetas da “natureza zero” serem menos delirantes: seria normal imaginar que somos uma mistura de natureza e cultura, coisa que qualquer pessoa comum sabe.

O lançamento da coleção de DVDs “Evolução” (ed. Duetto) é boa chance de conhecer o darwinismo sem medo e com bela apresentação visual. Da próxima vez que você for ao zoológico, olhe no olho de um chimpanzé e veja se não parece haver ali uma alma encarcerada como a sua.

Via Folha de São Paulo

Maconha de Deus

August 29th, 2008

Por Bruxo

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A polícia da cidade de Petrich, na Bulgária, descobriu uma plantação de maconha no quintal do padre Cyril Papudov (não, não é o velhinho da foto acima). Segundo o padre, ele não plantou a erva. Elas são apenas “um presente de deus”.

O padre já foi detido sete vezes, mas a polícia nunca pegou o padre maconheiro cultivando a erva. Dessa vez, a polícia promete fazer plantão 24h.

Via Terra Notícias

O Sapo Crucificado e a Igreja Católica

August 29th, 2008

Por Bruxo

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O sapinho crucificado da foto acima está exposto no Museu da cidade italiana de Bolzano. Na obra, o anfíbio está com uma caneca de cerveja em uma mão e um ovo em outra (!). Segundo o artista isso é para mostrar “o vazio da existência humana”.(!!)

A obscura obra de arte, de um desconhecido artísta, de um igualmente desconhecido museu, de uma cidadezinha na Itália nunca teria virado notícia se a “santa” Igreja Católica e seu “infalível” Papa não tivezem se pronunciado publicamente acusando a obra de “blasfêmia”.

Graças a essa brilhante atitude da Igreja, agora o sapinho é notícia no mundo todo!

Via AnaNova

Justiça determina que Igreja Universal devolva dízimo a fiel deficiente

August 22nd, 2008

Fonte: Bol notícias

O TJ (Tribunal de Justiça) de Minas Gerais condenou a Igreja Universal do Reino de Deus a devolver a um fiel todos valores entregues por ele como forma de dízimo ou doações realizadas desde 1996. A igreja também terá de indenizar o rapaz em R$ 5.000 por danos morais.

De acordo com a sentença, a 13ª Câmara Cível do TJ condenou a igreja porque o religioso é portador de deficiência mental, conforme foi comprovado por perícia médica. O valor ainda não foi estipulado pela Justiça.

Segundo o processo, em que o rapaz é representado por sua mãe, ele passou a freqüentar a Igreja Universal em 1996, onde era induzido a participar de reuniões sempre acompanhadas de pedidos de contribuição financeira.

As doações passaram a tomar todo o salário do rapaz –ele trabalhava como zelador– e, devido ao agravamento de sua doença, foi afastado do trabalho. Com isso, o fiel passou a emitir cheques pré-datados como contribuições à igreja. Segundo o processo, o rapaz ainda pegou dinheiro emprestado em um banco e vendeu um terreno, por um valor irrisório, para poder continuar contribuindo com o dízimo.

Promessas

O rapaz continua a contribuir com a igreja porque recebia promessas “extraordinárias”, segundo o processo. “A chave do céu” foi “vendida” ao religioso. Quem tentasse argumentar ou mostrar que ele estava sendo enganado era denominado como “demônio”, segundo o processo. A mãe do rapaz era o principal “demônio”, segundo as orientações que a igreja lhe fazia, conforme consta no processo.

Um juiz de 1ª instância em Belo Horizonte entendeu que a incapacidade permanente do rapaz ficou contestada a partir de 2001, quando houve sua interdição. Então, o magistrado determinou que a igreja não poderia restituir valores de doação anteriores àquele ano. Com isso, foi estipulado o valor de R$ 5.000 a ser devolvido, além dos R$ 5.000 por danos morais.

A igreja e o rapaz recorreram ao TJ. O desembargador Fernando Botelho, relator do recurso, entendeu que a interdição do fiel apenas veio confirmar uma situação que já existia. Segundo o relator, não há dúvidas de que, “mesmo antes de 1996, ano em que o autor passou a freqüentar as dependências da igreja e a fazer-lhe doações, já apresentava grave quadro de confusão mental, capaz de caracterizar sua incapacidade absoluta, já que, no laudo pericial, restou consignado que ele não reunia discernimento suficiente para a realização dos atos da vida civil”.

Segundo o TJ, foi considerado que o fiel não tinha “condições de manifestar, à época dos fatos, livremente a sua vontade, já que à mesma época [quando emitiu os cheques de doação à igreja] apresentava discernimento reduzido, os negócios jurídicos ali realizados são nulos”, disse o relator.

Dessa forma, a igreja foi condenada a restituir ao rapaz o valor integral das doações feitas, desde 1996, a ser apurado na aplicação da sentença. O relator confirmou também a indenização por danos morais.

A Folha Online telefonou para a assessoria de imprensa da Igreja Universal na noite desta quinta-feira, porém, ninguém atendeu as ligações.

Ignorância Católica

August 20th, 2008

Por Bruxo

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Em pleno século XXI existem católicos que defendem um dos maiores genocídios (na sua maioria de mulheres) da história da humanidade: A Inquisição:

Vejam:

“A Santa Inquisição foi o esplendor da defesa da Fé. Graças a seus frutos as leis sólidas e direitos humanos existem”

“A Igreja Católica fez essa Inquisição para salvar as pessoas contra os cataros”

“Foi uma defesa que a Igreja encontrou para proteger as pessoas contra esses hereges”

“que falta faz àquele tribunal. Ai ai…”

“a Inquisição, que fez um grande bem, combatendo as heresia”

Fonte: Orkut, Comunidade Igreja Católica

Abaixo alguns instrumentos usados na Inquisição:

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Roda de despedaçamento: Uma roda onde o acusado é amarrado na parte externa. Abaixo da roda há uma bandeja metálica na qual ficavam depositadas a brasas. À medida que a roda se movimentava em torno do próprio eixo, o acusado era queimado pelo calor produzido pelas brasas. Por vezes, as brasas eram substituídas por agulhas metálicas.

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A dama de Ferro: espécie de sarcófago com espinhos metálicos na face interna das portas. Estes espinhos não atingiam os órgãos vitais da vítima, mas feriam gravemente. Mesmo sendo um método de tortura, era comum que as vítimas fossem deixadas lá por vários dias, até que morressem.

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Cadeira: uma cadeira coberta por pregos na qual a vítima era obrigada a sentar-se despida. Além do próprio peso do corpo, cintos de couro pressionavam a vítima contra os pregos intensificando o sofrimento. Em outras versões, a cadeira possuía uma bandeja na parte inferior, onde se depositava brasas. Assim, além da perfuração pelos pregos, a vítima também sofria com queimaduras provocadas pelo calor das brasas.

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Quebrador de Joelhos: aparelho simples composto por placas paralelas de madeira unidas por duas roscas. À medida que as roscas eram apertadas pelo executor, as placas, que podiam conter pequenos cones metálicos pontiagudos, pressionavam os joelhos progressivamente, até esmagar a carne, músculos e ossos.

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Estiramento: a vítima era posicionada na mesa horizontal e seus membros presos às correntes que se fixavam num eixo. À medida que o eixo era girado, a corrente esticava os membros e os ossos e músculos do condenado desprendiam-se. Muitas vezes, a vítima agonizava por várias horas antes de morrer.

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Garfo: haste metálica com duas pontas em cada extremidade semelhantes a um garfo. Presa por uma tira de couro ao pescoço da vítima, o garfo pressiona e perfura a região abaixo do maxilar e acima do tórax, limitando os movimentos. Este instrumento era usado como penitência para o herege.

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Garras de Gato: Uma espécie de rastelo usado para açoitar a carne dos prisioneiros.

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Pêra: Instrumento metálico em formato semelhante à fruta. O instrumento era introduzido na boca, ânus ou vagina da vítima e expandia-se gradativamente. Era usada para punir, principalmente, os condenados por adultério, homossexualismo, incesto ou “relação sexual com Satã”.

É por isso que eu sempre digo: ter uma religião não ajuda ninguém a ser uma boa pessoa!

Falem bem, mas falem de mim!

August 1st, 2008

Por Bruxo

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Uma pesquisa da equipe de cientistas do Instituto Max Plank de Biologia da Alemanha sugere que a “boa fofoca” foi parte importante do desenvolvimento dos nossos relacionamentos em sociedade ao longo da nossa história evolutiva. A “boa fofoca”, segundo a pesquisa, serviu para conquistarmos a confiança alheia e assim progredir social e economicamente.

A reportagem completa pode ver lida aqui

Os Quadros das Crianças que Choram

July 31st, 2008

Por Kentaro Mori (Ceticismo Aberto)

A didática exposição acima, que recomendamos fortemente, deixa contudo de apresentar a maldição dos quadros das crianças que choram em si mesma. Reza a praga que como fruto de um pacto com o diabo, os quadros causam incêndios espontâneos, reduzindo domicílios a cinzas – mas os retratos em si mesmos saem intactos das chamas, para espalhar mais destruição aleatória. As crianças que choram riem por último. Continue para mais sobre este enigma misterioso do desconhecido.

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Contradição Bíblica

July 24th, 2008

Por Bruxo

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Imaginem a situação: um historiador escreve um livro sobre o atentado de 11 de setembro. Em um determinado capítulo esse historiador afirma que o mandante do atentado foi Bin Laben, mas em outro capítulo ele diz que foi o Lula. Vale lembrar que isso não se deve a erro da editora ou de tradução. FOI O QUE REALMENTE O HISTORIADOR ESCREVEU. O que podemos falar desse livro? E do seu autor?

Agora leiam isso:

2 Samuel 24:1
“E a ira do SENHOR se tornou a acender contra Israel; e incitou a Davi contra eles, dizendo: Vai, numera a Israel e a Judá.”

1 Crônicas 21:1
“Então SATANÁS se levantou contra Israel, e incitou Davi a numerar a Israel.”

Afinal de contas… Quem incitou o Rei Davi a fazer o Censo? Deus ou o Diabo?